Polícia Civil indicia Patrícia Lelis por calúnia e extorsão

Yahoo Notícias18 de agosto de 2016

A Polícia Civil indiciou Patrícia Lelis por denunciação caluniosa e extorsão no caso em que ela acusa o assessor do deputado Pastor Marco Feliciano, Talma Bauer, por sequestro e cárcere privado. O delegado responsável pelo caso pedirá prisão preventiva. A informação é do jornal O Estado de S. Paulo.

O caso é diferente da acusação que a jovem faz contra o deputado  por estupro qualificado e agressão.  Feliciano, porém, é investigado em Brasília porque tem foro privilegiado.

Os advogados de defesa pediram cinco dias para Patrícia fazer aditamento do depoimento que prestou no último dia 5. Na ocasião, Patrícia afirmou à polícia que estava sendo mantida sob coação e ameaça de Bauer porque pretendia denunciar Feliciano por estupro qualificado e agressão.

No primeiro momento, Hellmeister chegou a cogitar a prisão temporária do assessor de Feliciano, mas voltou atrás quando passou a ouvir novas testemunhas e obter provas que descaracterizavam a situação de sequestro.

A defesa de Patrícia Lelis não foi localizada pela reportagem do periódico.

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

 

 

 

 

Jornalista critica “crentalhada” e apaga perfil no Facebook

Segundo investigação da Polícia Civil de São Paulo, o depoimento de Patrícia Lélis sobre suposto sequestro não se sustenta de acordo com as provas

Fonte: site catraca livre:

Jornalista critica “crentalhada” e apaga perfil no Facebook

18/08/2016 18:45
por Redação

Segundo notícia divulgada pelo jornal O Estado de S. Paulo na tarde desta quinta-feira, 18, a militante do Partido Social Cristão (PSC), Patrícia Lélis – que acusa o deputado federal Marco Feliciano de estupro e agressão – atacou publicamente a “crentalhada” que, segundo ela o parlamentar por “desespero”.

“Uma coisa é fato: você pode denunciar o seu vizinho, o seu amiguinho ou até mesmo o seu pai e irmão. Mas se você denunciar um pastor, vulgo ‘homem de Deus’ e da então direita, que diz odiar criminoso, a crentalhada e a militância entram em total desespero”, postou. Em seguida, Patrícia apagou seu perfil no Facebook.

Reprodução

Créditos: Reprodução / Facebook

Ex-militante do Partido Social Cristão, Patrícia Lélis acusa Marco Feliciano por suposta tentativa de estupro e partido por omissão

Nesta semana, a jovem foi indiciada pela polícia civil de São Paulo por calúnia e extorsão após acusar Talma Bauer, assessor de Feliciano, de sequestro e cárcere privado. Por meio de testemunhas e provas que deslegitimaram a teoria de sequestro, a investigação concluiu que Patrícia forjou uma versão.

Por ser deputado federal, Feliciano tem foro privilegiado e o processo em Brasília (DF).

 

 

 

 

 

 

 

Tribunal revoga prisão de Protógenes Queiroz

Protogenes QueirozA Quinta Turma do Tribunal Regional Federal da 3.ª Região revogou a prisão do ex-delegado da Polícia Federal e ex-deputado Protógenes Queiroz (foto) . A decisão, unânime, foi tomada nesta segunda-feira, 8, pelos desembargadores federais que julgaram o habeas corpus impetrado pelo advogado Adib Abdouni, defensor do ex-delegado.

Protógenes deverá ser intimado na Suíça, onde reside, por meio de carta rogatória, a participar da audiência que irá determinar em qual instituição filantrópica daquele país ele terá de prestar serviços.

Em 2010 Protógenes foi condenado pela Justiça Federal em São Paulo a 2 anos e 6 meses de reclusão – pena essa que foi transformada em restritiva de direitos – pelo vazamento de informações na Operação Satiagraha.

Em maio último a juíza Andrea Silva Sarney Costa Moruzzi, da 1ª Vara Criminal Federal de São Paulo, emitiu mandado de prisão e pediu a inclusão do ex-delegado na lista vermelha da Interpol – índex dos mais procurados em todo o mundo.

De acordo com o criminalista Adib Abdouni, a decisão da juíza Andrea Moruzzi foi “prematura, porque ela teria de esgotar todos os meios legais para localizar o ex-delegado, mas não o fez”.

“Ela (juíza) já tinha conhecimento de que meu cliente se encontrava na Suíça e, portanto, decretou a prisão desnecessariamente, sem antes tomar os cuidados necessários.”

 

 

Helô Pinheiro acredita que não desfilou por ser a “coroa de Ipanema”

Notícias Ao Minuto3 dias atrás
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© image/jpegA verdadeira garota de Ipanema, Helô Pinheiro, se viu no centro de uma polêmica depois que a top Gisele Bündchen desfilou na abertura dos Jogos Olímpicos ao som da canção feita por Vinícius de Moraes para ela, nos anos 60.

Segundo o jornal Extra, a empresária foi questionada por muitos internautas por ela ter ficado de fora do desfile. Ela elogiou a escolha de Gisele para a missão, mas admitiu que esperava que a produção do evento lhe desse a oportunidade de representar a personagem no passado.

“Fiquei triste, mas compreendi, pois agora sou a Coroa de Ipanema que esteve divulgando o nosso país nas décadas de 60 e 70 com o mesmo amor que tenho pelos internautas que me acariciam com suas mensagens. Lembrando que o protagonista deste grande e único evento foi o meu Rio de Janeiro. Tenho orgulho de ser carioca”, disse.

Helô, porém, não ficou de fora da Olimpíada. Ela esteve no Maracanã assistindo a cerimônia de abertura e foi uma das estrelas a conduzir a Tocha Olímpica.

Família de Vinícius de Moraes desabafa sobre Olimpíada

RACHEL NUNES1 dia atrás
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Rio 2016 se transforma na Olimpíada mais gay da história

10 / 33

Tom C. Avendaño8 horas atrás
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Marjorie Enya e a Isadora Cerullo© Alexander Hassenstein Marjorie Enya e a Isadora CerulloA Austrália tinha acabado de conquistar, na noite de segunda-feira, a primeira medalha de ouro da história do rúgbi de 7 feminino nos Jogos Olímpicos. O estádio de Deodoro já estava quase vazio. Então, uma mulher entrou no campo com um microfone na mão e dirigiu-se a uma jogadora da seleção brasileira. E foi assim que Marjorie Enya, que trabalha como voluntária na Olimpíada, pediu em casamento a sua namorada, Isadora Cerullo. Depois de ouvir o “sim”, Enya, de 28 anos, improvisou uma aliança fazendo um laço no dedo de Isadora, de 25 anos, e o beijo das duas passou a ser uma das imagens mais populares dos Jogos Olímpicos do Rio até agora.

Esta é apenas uma das mais recentes imagens dos Jogos Olímpicos com vocação para acolher o coletivo LGBTQ (lésbicas, gays, transexuais, queer). Ainda que as disputas esportivas tenham o protagonismo na Rio2016, a cada novo episódio do gênero a narrativa de respeito à inclusão se aprofunda.

O número de atletas assumidamente LGBTQ – 43 no total – é o maior da história. Um deles, o britânico Tom Daley ganhou a medalha de bronze no salto sincronizado na segunda-feira. E, pela primeira vez na história, duas atletas estão casadas: as também britânicas Kate Richardson-Walsh e Helen Richardson-Walsh. Na noite da cerimônia de abertura, cinco dos ciclistas que puxavam as delegações dos países eram transexuais, incluindo a famosa modelo Lea T, que abriu caminho para os atletas brasileiros.

Um contraste com o Brasil, sede das competições, onde a homofobia cresceu nos últimos anos. Na semana passada o time feminino de futebol dos Estados Unidos teve seu primeiro jogo, no Mineirão, em Belo Horizonte. Algumas jogadoras ouviram que o público – de pouco mais de 10 mil pessoas – gritava “bicha” nas arquibancadas. O time norte-americano tem pelos menos duas homossexuais, a meio-campista Megan Rapinoe e a treinadora, Jill Ellis.

Fora das arenas, os episódios homofóbicos se multiplicam pelo país. De acordo com o site do Grupo Gay da Bahia, um membro da comunidade LGBTQ é agredido a cada 28 horas. “Os números da violência são enormes”, afirma Antônio Kvalo, um dos fundadores do portal temlocal.com.br, onde as pessoas que já se sentiram agredidas ou ameaçadas pela sua sexualidade podem contar suas histórias. “Os relatos vão de ataques verbais até assassinatos com toques de crueldade. Especialmente contra transexuais”, lamenta. O machismo enraizado na sociedade brasileira se perpetua de muitas maneiras, segundo Kvalo.

Mas o crescimento dos casos de homofobia ultrapassa as fronteiras brasileiras e é testemunhado em outros países do continente, o que gera um efeito colateral importante. “O número de pessoas que aceitam os pedidos por direitos dos grupos LGBT está crescendo na América do Sul. Mas há uma outra tendência, dos grupos homofóbicos, que, se não estão crescendo em número, estão aumentando a intensidade de suas manifestações e, em alguns países, estão mais organizados politicamente”, observa Javier Corrales, professor de Ciência Política da Universidade de Amhrest, em Boston, especialista nos direitos gays na América do Sul. “Houve uma exposição maior (ou uma saída do armário, por assim dizer) da homofobia mais radical, que hoje em dia está mais organizada e se manifesta mais do que antes”, completa o professor.

O Brasil esteve sempre aberto à inclusão dos homossexuais em comparação com outros países vizinhos: aceitou a união civil de pessoas do mesmo sexo em 2003 e legalizou o seu casamento em 2013, seguindo o exemplo do Uruguai e da Argentina. Mas a caminhada parece ter chegado a um platô e a explicação para essa paralisia estaria no papel que o Legislativo tem exercido nos últimos tempos, acredita Corrales. “O bloco parlamentar evangélico [mais conservador] é um pouco mais da metade do que qualquer outro grupo político no Congresso”, observa. Os deputados evangélicos têm defendido projetos polêmicos e excludentes, como o Estatuto da Família – que apenas reconhece casais heterossexuais – e até já propôs a cura gay.

Por isso, o tom destas Olimpíada ganha ainda mais importância. Neste contexto, a visibilidade dos atletas assumidos tem um ganho incomensurável para o coletivo. “É a única coisa que temos para contribuir pela luta LGBTQ ”, alerta Matthew Rettenmund, autor do livro Boy Culture, que se transformou em um blog sobre as últimas notícias gays. “Se as pessoas têm amigos, família, ou, no caso dos Jogos Olímpicos, ídolos LGBT, isso pode repercutir no mundo inteiro. Há que se aplaudir a todos os que vivem sua sexualidade livremente. Nunca poderemos agradecer o suficiente a eles.”

 

 

 

Patrícia Lélis pede desculpas a feministas e comunidade LGBT

09/08/2016 18:58
por Redação

A ex-militante do PSC, Patrícia Lélis, que acusa o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) de tentativa de estupro, publicou em seu perfil no Facebook um texto no qual pede desculpas à comunidade LGBT e feministas.

Ela afirma que enquanto seus antigos companheiros de partido a criticam por conta de suas revelações, ela vem recebendo apoio de movimentos que costumava criticar veementemente.

Ex-militante do PSC Patrícia Lélis e Marco Feliciano

“Temos que encarar a realidade do momento e perceber que até agora, milhões de pessoas estiveram do meu lado – incluindo grupos feministas e grupos LGBT que sempre critiquei veementemente – mas praticamente nenhuma deles era um político ou intelectual dito de direita. Estes, antes de averiguar as fraudes e mentiras espalhadas, que se acumulam aos montes, prontamente trataram de se movimentar para me chamar dos piores nomes possíveis. (…) Aprendi nos últimos dias que quando as mulheres e pessoas sensatas se unem, o caso não morre. Deixo aqui minhas sinceras desculpas a todos os grupos que um dia eu ofendi e que hoje são os que me ajudam”, escreveu.

No último domingo, 7, Patrícia registrou boletim de ocorrência contra Feliciano, onde afirmou que o suposto crime ocorrera na manhã do dia 15 de junho, em Brasília (DF).

Três dias antes, a jornalista já havia registrado o B.O contra o chefe de gabinete do político, Talma Bauer, detido na última sexta-feira, 5, por suspeita de manter a jovem em cárcere privado. Ainda segundo Patrícia, o chefe de gabinete obrigou-a publicar vídeos negando as acusações. Bauer foi liberado no mesmo dia.

Com informações do site Hypeness.

PSC mantém Feliciano e processa jovem após acusação de estupro