Casa Civil, o símbolo do fim de um governo

Em Brasília

11/05/201608h19

A ordem no PT é se solidarizar com a presidente até o fim

Bandeira

A percepção é de que o PT precisa de uma bandeira para o período pós-impeachment. Para dirigentes do partido, a tese do “golpe” contra Dilma deve ser aliada urgentemente a uma proposta concreta, sob pena de a legenda ficar sem discurso.

Nos bastidores, o comentário é que Lula não foi derrubado em 2005 pelo escândalo do mensalão e se reelegeu, no ano seguinte, porque o governo tinha vitrines para mostrar e a economia ia bem.

“Temos que recuperar a imagem do PT e construir uma nova utopia na cabeça dos jovens”, costuma dizer o ex-presidente.

Na opinião de Lula, nem o governo nem o partido conseguiram entender o que desencadeou os protestos de junho de 2013. Naquela ocasião, Dilma propôs uma Assembleia Constituinte e um plebiscito sobre reforma política sem consultar Temer, um dos primeiros a dizer que a ideia não tinha respaldo jurídico e não poderia ser levada adiante.

Não foi a primeira vez que os dois se estranharam. O caminho de Dilma e Temer se cruzou pela primeira vez no fim de 2002, quando Lula, então presidente eleito, desfez na última hora um acordo para dar ao PMDB o Ministério de Minas e Energia, entre outros cargos.

Quem entrou na vaga prometida ao PMDB foi justamente Dilma, que “atropelou” o grupo de Temer. No PT, há quem lembre essa história para dizer que, quase 14 anos depois, o vice dá o troco na petista com requintes de crueldade. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

Giro UOL

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